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Design de Interação: Entenda o que é e como Aplicá-lo

Design de Interação: Entenda o que é e como Aplicá-lo

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Design de Interação é o design de produtos e serviços no qual o foco vai além do item em desenvolvimento. Nesta abordagem, leva-se em conta a maneira como os usuários vão interagir de forma ainda mais profunda que o usual no design “tradicional”.

Neste artigo, além de entender em profundidade esse conceito, você também vai ver como aplicá-lo na prática. Continue lendo para saber mais!

O que é Design de Interação e como funciona

Embora o Design de Interação tenha interesse na forma, sua principal área de foco está no comportamento. Ou seja, mais que analisar como as coisas são, os designers sintetizam e imaginam como elas poderiam ser. Também, podemos dizer que é o aproveitamento estratégico do diálogo entre as pessoas e os produtos/serviços. Esse diálogo é físico-emocional e se manifesta na interação entre forma, função e, mais do que nunca, tecnologia embutida.

Para entender o funcionamento dessa abordagem, não podemos esquecer que a interação entre um usuário e um produto geralmente envolve elementos estéticos, espaciais, de movimento e som, por exemplo. Cada um desses elementos é capaz de envolver campos ainda mais especializados, como o caso do design de som para a criação de elementos sonoros: funcionais e agradáveis às interações do usuário.

O design de interação é utilizado principalmente em estratégias de design:

  • Está relacionado com o(s) objetivo(s) de um usuário e, por sua vez, quais interações são necessárias para atingir esses objetivos;
  • Dependendo da empresa, do produto ou do serviço, os designers de interação precisam conduzir pesquisas com usuários;
  • Eles buscam descobrir quais são as metas, necessidades ou intenções para, em seguida, montar uma estratégia que contemple tudo isso.

E wireframes, mockups e protótipos:

  • A maioria dos designers que trabalha nessa perspectiva tem a tarefa de criar wireframes que mostrem as interações no produto;
  • Também os mockups são frequentes;
  • No desenvolvimento de aplicações tecnológicas, por exemplo, eles são esboços e imagens estáticas que representam a aparência final do produto;
  • Ás vezes, os designers de interação também criam protótipos interativos e/ou de alta-fidelidade — aqueles que se parecem exatamente com o produto/serviço real.

As cinco dimensões do Design de Interação

Para entender o que o Design de Interação envolve, como funciona e onde aplicá-lo também é preciso conhecer suas cinco principais dimensões. Confira, a seguir, quais são elas.

1. Palavras

Especialmente aquelas usadas em interações, como rótulos de botão. Devem ser significativas, simples de entender e precisam comunicar informações aos usuários na medida certa — nem mais, nem menos que o necessário.

2. Representações visuais

São elementos gráficos como imagens, tipografia e ícones com os quais os usuários interagem. Geralmente, eles complementam as palavras.

3. Objetos físicos ou espaço

São os dispositivos por meio dos quais os usuários interagem com o produto. Um laptop, com um mouse ou touchpad? Ou um smartphone, com dedos na tela? E dentro de que tipo de espaço físico o usuário faz isso? Por exemplo: o usuário está em um trem lotado enquanto usa o aplicativo ou está sentado em uma mesa no escritório?

4. Tempo

Por mais abstrata que pareça, essa dimensão refere-se principalmente à mídia, que muda com o tempo (animação, vídeo, som). O movimento e os sons desempenham um papel crucial no fornecimento de feedback visual e de áudio às interações dos usuários. Também importa a quantidade de tempo que um usuário passa interagindo com o produto — ele pode abandonar e retomar sua interação, algum tempo depois, exatamente onde parou?

5. Comportamentos

Como os usuários realizam ações no produto/serviço? Como o operam? Essa dimensão também inclui as reações dos usuários com relação ao produto — por exemplo, respostas emocionais ou feedback.

As quatro abordagens do Design de Interação

Conhecidas as cinco dimensões do Design de Interação, vamos agora às suas principais abordagens.

1. Centrado no usuário

Foco total em necessidades e objetivos dele. O usuário guia o design e o designer traduz no produto as demandas dele.

2. Centrado em atividades

Foco em atividades e tarefas que devem ser completadas. O usuário realiza as atividades e o designer cria as ferramentas necessárias para isso.

3. Sistemas

Foco em todos os componentes da aplicação. O usuário determina o que o sistema deve fazer e o designer assegura a realização dos requisitos.

4. Gênios

Há total confiança nas habilidades do designer para desenvolver o produto/serviço. O usuário é uma fonte de validação e o designer, inspiração.

Diferenças entre Design de Interação e User Experience Design

Lendo até aqui, você deve ter pensando que o Design de Interação é a mesma coisa que User Experience Design, não é? São conceitos diferentes, que são empregados com métodos e ferramentas distintos — apesar de se complementar e se relacionar quase sempre. De fato, o User Experience Design implica moldar a experiência do uso de um produto, e uma grande parte dela envolve a interação necessária entre eles. No entanto, essa abordagem vai muito além disso.

Os designers de User Experience estão preocupados com toda a jornada do usuário, incluindo aspectos de branding, design, usabilidade e função. Por outro lado, o papel central dos designers de interação tem como alvo o momento de uso, a melhoria da experiência interativa.

Assim, o design de interação é fundamental no campo do User Experience. O momento de uso é o teste ácido de um projeto, onde a manipulação das cinco dimensões pelo designer deve oferecer aos usuários uma experiência satisfatória, se não melhor.

Benefícios práticos do Design de Interação

Ao empregar Design de Interação nos projetos de desenvolvimento, as vantagens práticas mais destacadas são as que seguem:

  • Foco total nas motivações intrínsecas do usuário, o que ajuda a criar produtos mais aderentes às suas necessidades e desejos;
  • Facilidade para encontrar boas soluções para produtos com mais valor agregado;
  • Garantia de chegar à legibilidade e usabilidade superiores, que destacam o produto da concorrência;
  • Prototipação mais eficaz, podendo demonstrar mais rapidamente ao cliente;
  • Potencialização da colaboratividade do projeto — da equipe interna e também com os clientes/usuários;
  • Produtos e/ou serviços emocionantes (na medida certa), portanto, de sucesso.

Como você viu, o Design de Interação aplicado à criação ou melhorias em um produto reflete seu valor absoluto. A qualidade de como essa abordagem será aplicada, portanto, faz toda a diferença.

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